Senhor do Portal

O ateliê e o artista. Senhor do Portal.

Há quem veja a arte do artista.
Há quem queria saber sobre a arte.
Há quem queira saber sobre o artista.

O que importa?
È a arte do artista...E o artista sereno e tranqüilo, percebe os movimentos e pouco se expõe.
Os que o buscam, ele fala da arte...

Assim é a fachada tridimensional.

Sentem o bem-estar no ambiente do artista, ou seja, o campo onde a própria essência aterrisou.
Ao externo se expressa o que o necessário, um meio de aqui estar.

Artistas conscientes: Almas sempre conscientes.

Estar em sintonia coração é tão natural, mas se torna um “chamativo” pois se irradia energia luz!
Os que vêm podem “pensar”: é um atrativo físico.
Para outros: há como um diferencial.

E em todos há a Essência Luz.
Na visão tridimensional, sente-se, mas atribuí-se ao outro.

Onde em energia: A dualidade se rompeu.

Esta a vista física?
Não, sente-se. Sente-se um enorme bem-estar ao se estar com o artista.

A obra seria o importante...Onde se enquadra a importância?
O artista ciente que externa o ser quem é.
A valorização externa tridimensional vai para onde ou a que?

No ateliê há esboços de artes não acabadas...
Mas o artista sente que se for necessário: acabara, no tempo certo.
Na cronologia do seu tempo esta diante da sintonia Maior que a tridimensional.
O tempo pessoal: a cada ser é variante.

Alguns despertam diante de uma consciência vinda do externo, por vezes por meios dolorosos. Alguns sentem que tem em si o meio.

Entre o artista e a arte – há o meio.

O artista sente-sabe que ao expressar sua Arte esta diante de medidas-ações, que retirará seu peso aqui-agora.

Nem antes nem depois, cada um tem o tempo pessoal.
O que se evidencia é: À medida que o artista esta presente e cumpre o que veio realizar, solta-se do antigo padrão dual, pois este se rompeu.

Não adianta se segurar ao antigo dual, só faz a alma se distanciar.

Como o artista se manterá? Pergunta bem racional, onde é vital o se manter.
Adianta falar que ao se realizar medidas ações, existe o Manter-se.

Que ao manter-se em harmonia o fluxo flui naturalmente.

Só experienciando o que a alma - artista aponta e leva-nos.
O padrão de energia estará qual o que se propôs.

O Conselho dos Justos entoam: é Tempo.
Assim como a Senhora da Terra.
Tempo da libertação.
Mas o condicionamento antigo em muitos prevalece.

O Meio são ações expressas.

Sejam em que áreas forem, dentro do que já foi dito: não há maior, ou melhor.
E sim ações que liberam o ser quem é. Onde a alma - artista pode expor o que veio aqui realizar.

As ações expressas, não necessariamente estão a vista ou é algo tão grandioso quanto a mente classifica. Pois o grandioso a tridimensão esta AINDA ligada ao quantitativo que “parece” dar “segurança”. Aonde a segurança vem naturalmente de simplesmente deixar a alma apontar o meio. E dentro do meio, onde queira ou não a dualidade rompeu, gerara a segurança necessária.

O meio não está alinhado ao antigo padrão dual que rompeu.

Aja vista os efeitos físicos que alguns passam. A tentativa também em classificar no dual o que ocorre (sem nunca invalidar a medicina, ela é o que ela É).

Esta dentro de cada um que sente.

O artista e sua arte estão à espera do tempo pessoal.
E num logo: artistas estarão realizando os meios que gerarão o Meio de retorno ao Lar.