Senhor do Portal

Energia I – Senhor do Portal.

È sentida energia e nela há propósito.
A energia neutra que esta acima da emoção e da mente racional não para motivos finitos, é por um motivo especifico e infinito.
Energia.
Será para poucos homens?
Seria para todos os homens!
E fica a energia como “oculta”, ou “desconhecida”, mas isso também tem propósito, por que dentro da realidade tridimensional ela, a energia é poder e o poder em terra tem outras condições, onde não nos cabe julgar “poder externo”, e se evidencia que o uso externo do poder gerou dano a muitos.
Porem tudo isso cabe ao Conselho dos Justos: as Leis Terra.

A energia esta num plano alto onde a maioria dos homens não consegue chegar?

Não, ela está no coração!

Chega-se a Ela por sentimento, e por sentimento, se opera os ditos milagres.

Todos a tem, porém o véu da ignorância, da superstição, da matéria e das leis dos homens a oculta, pois ela é a Fonte.
Até quando os homens ficaram cegos e imunes a realidade do eterno?

Só através do sentimento é que se caem os véus.

Quem tem olhos vê.

Seria o homem capaz de arrancar seus véus?
Eu afirmo: sim! Pelo sentimento.

Sentimento=amor, seja fraterno seja pessoal.

Amor não se julga, sente-se.

O coração é a sede, é nele a porta.

Não se teme coração aberto.

Ou pode-se chegar a Ela através de outros Homens que operam a energia por sentimento e por motivos infinitos, onde a sabedoria esta exatamente igualada ao uso.

Saber é usar.

Aquele que a usa dentro do saber está na Lei Maior.

A dita energia leva consigo a expressão, como o sopro que é tão necessário.

E aos que 'acordam' é vital a energia, pois sacia a sede, respira o Ar.

Há missões em terra e os que estão “acordados” exalam esta energia.
A energia do coração é neutra e desce em cada ser diante das próprias necessidades.

Estar “acordado” é estar “consciente” e , neste contexto, falo “consciente de propósitos” que vão da doação de energia às próprias missões.

È estar diante de Homens comungando conscientes.

O “propósito” foge a razão lógica desse momento.

Pede-se “consciência” e ela, a tal consciência vem pelo sentimento.

A energia não é ao acaso, nem vem por tentativas.
Colocaram véus nos seres, isso também fez parte, mas há o murmúrio: “Acordem e sintam energia”

Retirar véus pelo sentimento, onde o ser vai de si para consigo e ao que lhe é vital e nisso há o deparar-se com “normas mentais” que geram conflitos internos, que se externam como efeitos.

Estes efeitos vão para uma “requalificação”, “limpeza” de aéreas pessoais através dos centros energéticos(chakras).

Incomodo? há pleno respeito para o tempo pessoal de cada ser.

Incomoda efeitos? Sim, mas a própria alma pede para soltar-se mais e mais e um dos meios para tal “soltura” é o uso da energia.
E o processo passa a ser como conseqüência: consciente.

E vem a pergunta: porque ter consciência da energia?
Ter consciência da energia é vital, pois ela é alimento.

Estando consciente dela, alimentam-se medos?

O medo é qual termômetro, é de valia, paramos e sentimos, analisamos.

A energia da tridimensão, ou seja: energia física, emocional e mental, aliada consciente a energia coração dá-nos consciência da existência em variadas freqüências, mas isso veremos logo mais, embora se tenha a noção de freqüências.

Quantas vezes ao estar num ambiente sentem-se uma emoção tipo: “não quero estar aqui” ou “este ambiente me faz sentir-se bem”

Nossa percepção responde de imediato tanto ao seres como ao ambiente.

Negar o que acontece gera efeitos, e não são agradáveis, onde pelo social somos obrigados a permanecer num determinado local....

Somos? Sim, muitas vezes somos, aí entra o uso da consciência, ação consciente dentro da “neutralidade”, se agirmos assim, conscientemente neutros, conseguiremos ficar sem abalos.

Por séculos e séculos houve um “acostumar-se” a freqüência tridimensional.

E ela, em harmonia e beleza é tal e qual a própria natureza terra.
A pergunta, que devemos nos fazer não para gerar conflitos, e sim harmonizar é: Estamos harmonizados com nossa natureza terra?

Esta é uma conversa longa, continuaremos...