Senhor do Portal
Continuação: Energia II – Senhor do Portal.

Dar-se o direito de sentir: sejam emoções ou perguntas mentais.

Assim o processo é consciente.

Onde a mente racional acompanha cada passo, e as emoções vão se tornando nítidas.
A energia coração é neutra, ao tomar-se consciência dela, tem-se um meio real de transmutação.

Ou seja, uma emoção não agradável levada ao coração é neutralizada.

A dualidade reside no emocional e na mente racional.
Dar-se conta que emoções e pensamentos são passageiros.
Pois reter-se diante do que já ocorre, é desarmônico, e o que ocorre não esta a vista física, e sim: é sentido.

Ou seja, a mudança vibracional, faz-se ver que “algo” mudou.

E onde esta a mudança? É Sentida.

Os antigos padrões vibracionais, onde a freqüência estava dentro da dualidade, caem, ruem.

Há em muitos, até, por que o momento é pessoal, a necessidade de permanecer no antigo, e isso é também de cada um pra com cada um.

No escrito do sopro, que falamos do chamado, um chamado vindo do sentimento, e alguns comungam com a energia coração, cada ser segue seu rumo e são rumos e rumos onde não nos cabe julgar. E sim seguir o que nossas almas expressam.

E nos forçamos a estar num determinado lugar onde a vontade da alma grita num murmúrio: não! e sim, muitas vezes ficamos, mas já dentro da neutralidade vinda da energia coração.

Onde se coloca o foco da consciência? Em que freqüência?

A sintonia coração poderá sim ir a freqüências de um passado e serem trabalhadas e trazidas à freqüência do É, para exalar-se energia. Sem a antiga premissa onde se impunha conceitos humanos e temporais, como também sem mistificações, onde leva a separação entre seres e deuses.

Em cada um está a essência luz, sem a maestria tridimensional ou ascensão, mas em qualidade: é a mesma.

Na sintonia do coração a neutralidade dá acesso a Luz.

Ter-se consciência de uma emoção passada, que fica como marca de dor, que deu como efeito: resistências ou medos, e sentir que ao levar a emoção ao coração, ela será trabalhada e transmutada, dando a libertação.

É sentido que há mudança energética, corpos físicos (tridimensionais) foram e estão sendo ajustados a sintonia, que trouxe e ainda trás, a dualidades grande “quantidade” de energia-luz.

Acelerando tanto processos emocionais, como fisicamente sente-se que “algo” mudou.
Aqui não falo em casos de doenças, pois muitos têm perguntado se doença é efeito. Doenças são efeitos de causas, evidentemente, que são tratadas pela medicina

O que estamos falando desde o inicio é: aos que sentem.

Padrões da dualidade ruem, quem sente, sente.
Há outro padrão de energia dentro da dualidade, vinda dos acordes do coração.

Muitos tentam se segurar no antigo, e na ilusão conseguem, e conseguem passar a vida na ilusão, e assim foi por séculos e séculos,mas este movimento não cabe aos que sentem julgar ou tentar retirar véus de outros, este movimento é pessoal.

Desde que a energia coração, que sempre esteve presente, está num “Aqui” mais sentida.

Num momento cósmico onde almas pela energia coração se acoplam aos seres.

Onde se coloca o foco da consciência? Em que freqüência?
Obviamente muitos ainda não estão ainda centrados em si mesmo, e conscientes disso, aí SIM pedem ajuda.

Conscientes rendem-se a algo maior, explicando, maior no sentido do que experenciam! E novamente, como está no escrito anterior, não são fórmulas antigas que irão dar o alívio.

Porque alivio? Alivio é uma das palavras da libertação.

Comungando com alguns que tenham o padrão de energia, onde a troca não é jogo, é sim simplesmente: consciência.

Um exemplo normal, que a mente evidencia: certos conceitos, posturas, não respondem mais. Por quê? O por quê esta nesta realidade sentida, embora não vista. Está no acoplar-se a essência, que ocorre queira-se ou não, pois assim a própria alma ditou, não vinda por determinação externa e sim interna.

E Se junta a este processo o momento cósmico do Aqui.

Em tempo, foi uma longa espera, que acarretou muito cansaço, fadiga, falta de ânimo e perguntas como: “porque estou aqui?” e frases como: O que sinto difere do que vejo e vivo!
Se conscientizar que há uma acoplagem da própria essência é vital e que este processo pode ser suave, pois há sustentação energética para isto vinda dos que antes acordaram e que por tanto tempo exalaram, como semeando em terra, não para natureza terra, e sim aos seres, a energia para este momento.

Que o próprio sentir indica rumo.