História Encantada

O Vale

 

A bela canção entoada,

Entre as altas montanhas...Perfume de jasmim.

 

 

Foi poucas vezes ao Vale, ali o tempo parecia correr qual o da Terra.

O padrão de energia mantido.

Os que estavam em missão, mas não exemplificaram ali ficavam.

Como o Regente da Era, como muitos.

Entre as altas montanhas, cobertas de gelo, mas no lugar: sempre primavera.

Qual os picos de gelo, povo adormecido em Terra.

Via o Vale pela Pedra.

Via e sentia o movimento, e era grande o movimento.

Equiparando com o Lugar Sagrado.

Todas as três constelações: ali um ponto.

Dentro da Lei do Amor, observando a os seres na Terra e a Lei do Livre arbítrio. Dali convergia as Leis da Graça e da Misericórdia, permeando tudo e a todos.

Dentro da lei do livre-arbítrio, os seres tendo a escolha.

Os que exemplificaram subiam muitas vezes ao Lugar Sagrando.

Observava e sentia: como é estar diante do “tempo” tridimensional, como é ter que colocar aos que darão a sustentação à “pulseira do esquecimento”.

O Plano Original corria em conjunto com o Tratado.

Séculos se passavam, assim falavam.

Pesos colocados para num tempo “futuro”, existir a Ação!

Indago ao Senhor do Portal: qual a necessidade de seres que não se mesclaram terem pesos?

Ele explica: Papeis para atuação. E dentro, do que é a tridimensão, são necessários “pesos” para estar nela.

Pergunto: Se os que têm “pesos” e não estão mesclados, os sentem? É estar nela ou entrar nela?

Senhor do Portal: - Sim sentem. Entrar e assim Estar. Daí adormecem no Vale.

Compreenda: o Vale é o ponto das constelações e de Todos que estão no Zelo.

Entrar para estar.

Pesos e medidas.

Mas há pleno zelo, que diante de um momentum, pesos são retirados diante de medidas: Ações.

Entrar na tridimensão e esquecer, estar junto a tantos e exalar: Amor.

Avivando, pela energia: a essência.

E diante do “tempo” dentro da lei livre-arbítrio, essências – douradas, emergirão. Emergirão das águas geladas da inconsciência...Despertam.

Os seres criaram rígidas leis, dentro da dualidade...Faz parte.

A decorrência disso deu também mais pesos, pois os julgamentos estão diante de um poder dual.

E só dentro do “esquecimento”, onde não se sente a essência, o circulo se cumpriria.

Uma vez foi ao Vale, o que sentia e via, era Alguns seres Despertos, outros como “semi-acordados”. Via Anches e sua Esposa “ensinar as crianças”.

Ali ouvi pela primeira vez o plano paralelo.

Que sempre esteve dentro do Plano Original.

Não em desacordo com o Tratado. O Plano Original é o Tratado em ação em Terra.

Ali tive noção de “tempo”. Não sabia, que era o preparo.

Não que o sentir estivesse ausente, e sim porque não estava dentro da minha compreensão.

Mas foi quando compreendi parte da Razão Maior.

A Razão Maior – feita de Amor e Sabedoria – dá a tridimensão o campo das possibilidades. E dentro das possibilidades, que para nos em Órion: é Coração, em tridimensão é como uma gama de escolhas, e dentro delas esta a Saída do circulo, ou o circulo Pi cumprido...Assim era chamado. Os três vértices ou hélices do triangulo, como três saídas, três constelações.

O meio gerado pela Razão Maior.

 

Porque a existência do plano paralelo?

Dentro da Razão Maior sempre existiu a possibilidade, que os seres se voltassem às vértices...E estava Ocorrendo!

A saída retorno que seria feitas através dos Símbolos, poderia ser feita diante do coração. Ou seja, uma ascensão enorme, dando a Terra a passagem para dimensão Luz.

O que existia no registro dos seres que deram a sustentação?

Um “momentum-data” de saída, onde fossem tidos como Pais ou Irmãos, Símbolos resgatariam povo que alcançaram coração.

- É “novo” para ti, novamente.

Olho para Anches, sim é.

Anches: - E será a ação energia coração em Terra.

Meu olhar vai ao Vale. Bela Terra!

Natureza igual.

Indago: está ação levara mais “tempo”? Não era necessário responder, estava tão claro como a lua, uma só lua.

O perfume das flores...

Vejo e sinto tanto movimento, são as determinações.

Ações que irão entrar em Terra.

Olho para o Arqueiro, sinto e vejo: sim, ações que irão entrar em Terra.

E foi no Lugar Sagrado que o Senhor do Portal me fez compreender: todos que ali estavam, iriam desde Terra.

Pelo simples fato: a informação “nova” em Terra. Onde no registro de cada um estava “momentum-data” de saída. Levando-se a nova energia, para um “tempo” vindouro. Onde todos que ali estavam e não estiveram em Terra, ou seja “sem pesos” entrariam na Terra, ter-se-ia “pesos” para o “tempo vindouro”. Um “mostrar” que Símbolos são Irmãos, levar-se o dourado para Terra. Mas isso “não é simples” dentro do que é a tridimensão.

Compreendia pelo que somos.

Mas também já vira pela Pedra que “fácil” não seria.

Não se “enquadrando” como “donos” da Verdade, pois ela é uma só.

E cada um a sente de acordo com o pulsar coração e este pela energia a leva a consciência.

Qual o fato? Os que não nascerão em Terra, não tem no registro “momentum-data”.

E desde o inicio o Senhor do Portal falava sobre isso.

Estão sem mistificação. E assim sendo dentro da lei Terra, levar a nova energia, para um “tempo vindouro”, antes estariam em vivencia terra, tendo também “pesos”.

Uma grande Soma para o Somos.

A Razão Maior atuara na Terra, diante da intensidade sentida - Amor: gera a Real posssibilidade.

Agira no Campo das Possibilidades em Terra - um Meio em Terra. O Meio do Propósito em Terra.

A realidade tridimensional, não condiz com o que, o coração sente.

A ação da realidade sentida está na Razão Maior. Não do provável e sim no possível.

O Campo gerado pela Soma potencializa, o É.

 

O Vale “deixaria” de existir?

Passaria a um plano em dimensões - na Grande Caixa de Luz.

Uma grande soma de nascimentos em Terra. Um conjunto dos que tem em si o “momentum-data” e os que não a tem.

Dentro do que é a consciência tridimensional fracionaria, todos estariam com “pesos” para o Estarmos.

Sempre existiam: duas saídas?

Sempre existiam: as três saídas.

A Condução: coração, com a eterna canção. Comungada e partilhada.